May 2003

May312003

Reverência do destino.

Recebi um e-mail hoje de uma mulher, sem sombra de dúvidas maravilhosa, chamada Juliana, de Mina Gerais, que me deixou muito feliz. É deveras gratificante saber que alguém entrou e gostou, sinceramente, daqui desse nosso cantinho… Eis o teor do e-mail. Ahhh… Além da referência elogiosa, contribuiu com um excelente texto do Drummond.

“Oi Cirilo,

Moro em Minas Gerais, e estive visitando algumas páginas pela net quando caí no seu blog, aí não resisti e visitei os três! Muito legal… como o mundo seria bom se pudéssemos conviver com pessoas, assim como vc, que encaram a vida de maneira tão simples e bela.

Não sei se vc conhece esse texto, mas vale a pena ler.

Abraços
Juliana.”

REVERÊNCIA DO DESTINO

Falar é completamente fácil,
quando se tem palavras em mente
que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que
realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer,
antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros,
ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém,
dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas
e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia
e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência
quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém
que realmente te conhece, te respeita e te entende.

‘E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos
o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos
com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”
Difícil é dizer “adeus”.
Principalmente quando somos culpados
pela partida de alguém de nossas vidas…

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a
pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar e se entregar.
E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência.
Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é segui-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas
dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta.
Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma.
Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é
e te fazer feliz por inteiro .

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém.
Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo,
mas com tamanha intensidade, que se petrifica,
e nenhuma força jamais o resgata

Carlos Drummond de Andrade

May302003

Não espere…

Não espere um sorriso para ser gentil…

Não espere ser amado para amar…

Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo…

Não espere ficar de luto para reconhecer a amizade sincera que perdeu…

Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar…

Não espere a queda para se levantar…

Não espere a enfermidade para reconhecer que a vida é frágil…

Não espere a pessoa perfeita para então se apaixonar…

Não espere a mágoa para pedir perdão…

Não espere a separação para sentir saudades…

Não espere a dor para acreditar na oração…

Não espere elogios para acreditar em si mesmo…

Não espere ter tempo para servir…

Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado…

Não espere o “eu te amo” para dizer o “eu também”…

Não espere ter dinheiro para contribuir…

Não espere o dia da sua morte para querer viver!!!

Jacyara Amorim

Não deixe a vida sem tâ-la vivido. Viva!

O tempo passa…

E como passa o tempo…

May282003

O que você quer ser quando crescer?

Eu estava lendo o comentário da Cel. Ela diz que mesmo havendo vivido tanto, se vê acreditando que ainda há tanto a ser feito… Pensando nisto, resolvi colocar o texto a seguir. Realmente, Cel, há muito ainda a ser feito, a ser vivido, a ser aproveitado por cada um de nós… Que descubra sempre novas oportunidades, novos caminhos, novos prazeres, novas vidas dentro de si mesma. Eis o texto:

O QUE VOCÊ QUER SER?

“A imaginação é a maior pipa que se pode empinar”. Lauren Bacall.

Tive um daqueles momentos felizes e inesperados há algumas semanas. Estava no quarto trocando a fralda de um dos bebês, quando nossa filha de cinco anos, Alyssa, entrou e pulou na cama ao meu lado.

_ Mamãe, o que você quer ser quando crescer? – perguntou.

Achei que ela estava fazendo algum jogo imaginário e, para entrar na brincadeira, respondi dizendo:

_ Humm. Acho que gostaria de ser mãe quando crescer.
_ Você não pode ser isso, porque você já é mãe. O que você quer ser quando crescer?
_ Está bem, talvez eu seja pastor de igreja quando crescer – respondi a segunda vez.
_ Mamãe, não, você já é isso!
_ Desculpe-me, querida – eu disse. _ Mas então não estou entendendo o que eu devo dizer.
_ Mamãe, só responda o que você quer ser quando crescer. Você pode ser qualquer coisa que quiser!

A esta altura eu estava tão enternecida com a experiência que não pude responder imediatamente. Alyssa desistiu e saiu do quarto.

Esta experiência – esta minúscula experiência de cinco minutos – tocou fundo dentro de mim. Fiquei emocionada porque, aos olhos jovens de minha filha, eu ainda podia ser qualquer coisa que quisesse ser! Minha idade, minha carreira atual, meus cinco filhos, meu marido, meu diploma, meu mestrado – nada disso tinha importância. Aos seus olhos jovens eu ainda podia sonhar e tentar alcançar as estrelas. Aos seus olhos jovens meu futuro ainda não havia acabado. aos seus olhos jovens eu ainda podia ser astronauta, pianista, ou até mesmo cantora de ópera, talvez. Sob seus olhar jovem eu ainda tinha que crescer mais e tinha muito “ser” sobrando em minha vida.

A verdadeira beleza daquele encontro com minha filha foi quando percebi que, com toda sua honestidade e pureza, ela teria feito a mesma pergunta a seus avós ou a seus bisavós.

Já foi escrito: “A mulher velha que irei me tornar será bastante diferente da mulher que sou agora. Outro eu está começando…”.

Então, o que você quer ser quando crescer?

Rev. Teri Johnson

*****

Recebi ontem um e-mail, que me deixou muito feliz. Eis o teor do referido:

Gostei muito do “Simples Coisas da Vida”; era o que eu estava precisando naquele momento: energia positiva e relatos de como viver a vida sem deixar que o dia-a-dia se torne uma rotina, que existem pessoas que dependem de um sorriso meu ou mesmo de um gesto de carinho.

Visitar este site foi como ganhar uma pilha nova e voltar a viver com todo vapor.

Já indiquei o mesmo a várias amigas que estavam na mesma situação que eu.

E mais uma vez meus parabéns e saiba que por meio deste blog você, de certa forma, tem ajudado muitas pessoas a sentirem novamente o interesse pela vida.

Espero que continue colocando novos simples relatos, pois este blog se tornou “especial”.

Lúcia

Nota: eu, Cirilo Veloso Moraes, é que agradeço a todos vocês por fazerem parte de minha vida. É um imensurável prazer poder compartilhar pensamentos com cada um de vocês.

May262003

Viva a vida!

Nós nos convencemos de que a vida ficará melhor algum dia, quando nos casarmos, quando tivermos um filho e, depois, outro. Então, ficamos frustrados, porque nossos filhos não tem idade suficiente e seria muito melhor se tivessem.

Depois, nos frustramos porque temos filhos adolescentes e temos de lidar com eles. Certamente seremos mais felizes quando nossos filhos tiverem ultrapassado essa fase.

Dizemos que nossa vida só será completa quando nosso cônjuge conseguir o que busca, quando tivermos comprado um carro melhor, ou tivermos condições de fazer uma viagem longa, quando tivermos aposentados.

A verdade é que não há melhor época para ser feliz do que agora mesmo!

Se não, quando? Sua vida será sempre cheia de desafios. Melhor admitir isto para você mesmo e decidir ser feliz de qualquer modo.

Uma das minhas ‘frases’ favoritas é de Alfred D. Souza, quando diz: Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver – um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.

Ai sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.

Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho!

Assim, aproveite todos os momentos que você tem.

E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo… e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos ; até que você tenha tido filhos ; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta a noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa novos; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, primavera, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra, e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO…

Felicidade é uma viagem, não um destino. Por isso…

Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.

Ame como se você nunca tivesse se machucado.

Auxilie como se fosse rotina.

Não coma e beba como se fosse a última vez.

Brinque como se fosse criança.

Perdoe como gostaria que fosse perdoado.

E DANCE como se ninguém estivesse olhando!”

VIVA A VIDA!

Excelente semana para todos vocês.

May232003

Confiança gera confiança

Confiança é como um vírus útil que se espalha por todo o seu corpo. Se você o tem, irá contagiar tudo o que faz de forma positiva. Se não, você irá minar tudo aquilo que fizer.

As pessoas que não têm autoconfiança não só temem fazer coisas nas quais não se sentem competentes, mas também começam a temer desempenhar tarefas em que são de fato exceletens, pois duvidam que sejam realmente boas em alguma coisa.

A confiança aumenta à medida que somos bem-sucedidos no que fazemos, enquanto a falta de confiança se multiplica com os fracassos. Se sua confiança faltar, comece fazendo aquilo em que você se sente mais capaz e, aos poucos, vá enfrentando tarefas mais desafiadoras.

*****

Margaret trabalha como advogada há mais de trinta anos. Ela lida com uma variedade de casos cíveis e é muito temida nos tribunais.

Mas não fois sempre assim. “No começo, eu me deparei com todas as barreiras impostas às mulheres e todo o desprezo que vinha junto com elas. Juízes se achavam no direito de me passar sermões sobre como deveria prender ocabelo e o que deveria usar no tribunal. Quando um juiz entrava na sala, ele dizia: ‘Bom dia, cavalheiros’, como se eu não estivesse presente. Os adversários olhavam para mim como se eu fosse uma garotinha”.

Era revoltante e intimidador. Além do mais, afetava seus desempenho e minava a segurança que ela queria transmitir aos seus clientes. “Eu procurei uma saída e descobri que essas atitudes poderiam ser usadas a meu favor. Se eles me tratavam com condescendência, é porque estavam me subestimando. Pois bem, eu ia lhes mostrar quem era. Em vez de me deixar abater, tornei-me mais confiante”.

A atitude confiante de Margaret desconcertopu quem a menosprezava e, com o tempo, ela se fez respeitar e ganhou a admiração de todos.

*****

Assim é a vida… A autoconfiança é um dos elementos primordiais para se lograr êxito em algo tão almejado. Qaundo eu, por exemplo, entro num jogo, tenho a máxima convicção de que o time do qual faço parte é o melhor que pode existir. Não subestimo nenhum adversário, independente da qualidade técnica. O importante é estar bem treinado, o que me faz sentir mais confiante ainda. E assim, cheguei à Seleção Brasileira de Hóquei.

Mas também não é só nos esportes que pratico. Em tudo na vida confiança em si mesmo é essencial. Lembram do post “Seja seu próprio fã”? Pronto. Confie na sua capacidade; você pode.

*****

This is my new blogchalk:
Brazil, Pernambuco, Recife, Jardim Atlantico, English, Spanish, Cirilo Veloso Moraes, Male, 21-25, Praticar esportes, ler, escutar musica, dançar, viver a vida completamente.. :)

May212003

Opções na vida.

“…Mauro era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer.

Quando alguém lhe perguntava “Como vai você?”, ele respondia:

“Melhor que isso, só dois disso!”. Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes a quem todos os garçons seguiam o exemplo. A razão disso era as atitudes de Mauro; ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Mauro prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação. Observava seu estilo que, realmente, me deixava curioso. Então um dia eu perguntei ao Mauro:

- Eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo…? Como você consegue? E ele respondeu: Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo:

- Mauro você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral… Então eu escolho estar de alto astral. A todo momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! Todo momento alguém vem reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida.

Então argumentei: – Ta certo! Mas não é tão fácil assim!

- É fácil sim, disse Mauro. A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe como reagir as situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso… Em suma: escolhe como você vive sua vida!

Refleti no que Mauro disse. Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negócio. Perdemos contato mas freqüentemente eu pensava nele quando eu tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo as coisas.

Alguns anos mais tarde, eu ouvi dizer que Mauro havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta. Foi rendido por 3 assaltantes armados. Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram.

Por sorte, Mauro foi encontrado relativamente rápido e foi levado às pressas ao pronto-socorro local. Depois de 18 hs de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Mauro foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo. Encontrei com Mauro seis meses depois do acidente e perguntei:

- Como vai você? E ele respondeu:

– Melhor que isso, só dois disso! Quer ver minhas cicatrizes?

Enquanto eu olhava as cicatrizes perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.

- A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos. Então depois, quando eu estava baleado no chão, lembrei que eu tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver.

Então perguntei: – Você não ficou com medo? Não perdeu os sentidos?

Mauro continuou: – Os paramédicos eram ótimos. Ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e eu vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com medo.

Nos seus olhos eu lia: “Ele é um homem morto”. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa.

- O que você fez? Perguntei.

- Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas… Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa…

“Sim”, eu respondi. Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando por minha resposta… Eu respirei fundo e respondi: “Balas!” Enquanto eles riam eu disse:

“Eu estou escolhendo viver. Me operem como se estivesse vivo, não morto.”

Mauro sobreviveu graças a experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo. Atitude, entretanto, e tudo.

a.d.

No fim das contas, sempre nos cabe a escolha do caminho a trilhar.

May202003

Seja seu próprio fã

Precisamos confiar em nós mesmos com força e constância. Quando sentir desânimo, reconheça-o, mas não se entregue a ele. Procure superá-lo e seguir em frente.

*****

O rapaz foi até o ginásio de sua escola. Um papel afixado na parede listava os jogadores que haviam sido selecionados para integrar o time.

O jovem Michael Jordan, de quinze anos, percorreu a lista de cima a baixo. Não encontrou seu nome. Michael não havia sido escolhido para o time.

Michael Jordan é considerado, pela maioria dos especialistas, como o melhor jogador de basquete de todos os tempos. Mas foi preciso acreditar em si mesmo para chegar lá. Na época em que muitos jogadores de basquete começaram a receber centenas de cartas de técnicos de universidades procurando recrutá-los para seus programas, Michael Jordan não recebeu sequer uma carta, porque não fora escolhido para o time da escola.

Michael não desistiu. Ele acreditava em si mesmo e em sua capacidade, e treinou com persistência. No ano seguinte foi escolhido para integrar o time. E tornou-se sua principal estrela.

Ser seu próprio fã é acreditar em si mesmo e tratar-se como você trataria alguém que amasse e admirasse muito.

A rejeição só significa fracasso quando não acreditamos em nós mesmos. Para aqueles que acreditam é apenas um desafio.

*****

Eu acredito e faço agora uma homenagem a mim mesmo, visto que ninguém me parabenizou por ter completado mais um ano de vida ontem, dia 19 de maio…

Parabéns, Cirilo Veloso Moraes.

Obrigado por tudo.

É muito raro que nos sintamos seguros com alguém a ponto de derrubarmos nossas defesas… de nos arriscarmos a ser quem realmente somos, demonstrando a importância que esse alguém tem em nossa vida.

És uma dessas pessoas que valorizam os pequenos gestos: a palavra dita na hora certa, um abraço caloroso, se algo me entristece…

Nossos gostos diferentes não nos separam: sabemos compreender e respeitar o mundo de cada um.

Os presentes que me dás são os que não têm preço.

Obrigado por tudo!

Feliz Aniversário…

May192003

Quando falar de amor…

Finja nada conhecer, para absorver cada frase que brote do coração.

Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender que amor e dor são tão parecidos que até os confundimos, ao vê-los bem de pertinho.

Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, para ser ouvido na mais alta voz.

Quando falar sobre sonhos, acorde, para vivê-los na melhor lucidez do seu dia.

Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos, para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.

Quando falar de fome, faça um minuto de jejum, para lembrar daqueles que jejuam todos os dias, mesmo sem querer…

Quando falar de frio, abrace alguém.

Quando falar de calor, estenda a mão.

Quando estender a mão, sustenha o braço para que perdure.

Quando falar de felicidade, acredite nela.

Quando falar de fé, cerre os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê.

Quando falar de Deus, faça-o pelo silêncio do seu testemunho.

Quando falar de si mesmo, aprenda a calar, para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos…

“Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio”.

May172003

A voz do silêncio.

Simples, rápido!

E quanta força!
Imediatamente me veio à cabeça
situações em que o silêncio
me disse verdades terríveis pois,
você sabe,
o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo.
Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.
Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.
Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem,
nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.
Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.
É mil vezes preferível uma voz
que diga coisas que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras
que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.
Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas,
jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.
Quantas vezes,
numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
“Diz alguma coisa, mas não fica aí parado me olhando!”
É o silêncio de um mandando más notícias
para o desespero do outro.
É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.
Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.
O único silêncio que perturba é aquele que fala.
E fala alto.
É quando ninguém bate à nossa porta,
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim você entende a mensagem.

Marta Medeiros

May162003

Não estrague o seu dia!

A sua irritação não solucionará problema algum.

As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.

Os seus desapontamentos não fazem o trabalho
que só o tempo conseguirá realizar.

O seu mau humor não modifica a vida.

A sua dor não impedirá que o Sol brilhe
amanhã sobre os bons e os maus.

A sua tristeza não iluminará os caminhos.

O seu desânimo não edificará a ninguém.

As suas lágrimas não substituem o suor que você
deve verter em benefício da sua própria felicidade.

As suas reclamações, ainda mesmo afetivas,
jamais acrescentarão nos outros
um só grama de simpatia por você.

Não estrague o seu dia!

Aprenda, com a Sabedoria Divina,
a desculpar infinitamente,
construindo e reconstruindo sempre
para o Infinito Bem.

Chico Xavier

May142003

A Lição da Borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

“Eu pedi forças… e Deus deu-me dificuldades para me fazer forte. Eu pedi sabedoria… e Deus deu-me problemas para resolver. Eu pedi prosperidade… e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar. Eu pedi coragem… e Deus deu-me obstáculos para superar. Eu pedi amor… e Deus deu-me pessoas com problemas, para ajudar. Eu pedi favores… e Deus deu-me oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi… mas recebi tudo o que precisava”.

May112003

Homenagem a todas as mulheres do Mundo

Não somente a todas as mães, mas a todas que de uma forma ou de outra cuidam, se preocupam com alguém por quem tem carinho de mãe. A meu sentir, toda mulher é mãe. Beijos mil a “todas” as mulheres do Mundo, neste dia tão especial e em todos os demais dias de todos os anos. A música de fundo expressa bem o sentimento: Como é grande o meu amor por você, mãe!

SEMPRE ACHEI QUE TODO DIA ERA
“DIA DAS MÃES”

Da mãe novata acordar de madrugada para amamentar seu nenê.
Da jovem mãe passear de manhã
com seu carrinho na pracinha e contar as gracinhas do bebê.
De mãe levantar cedo
para despachar os pequenos para o colégio com lanches,
agasalhos, recomendações e tudo.
Da mãe levar seu primogênito ao primeiro dia da escolinha do bairro,
e ficar do lado de fora da classe, torcendo, com o coração apertado,
até que as lágrimas do aluninho cessem lá dentro.
Da mãe colocar na lancheira do seu “do meio” o bilhetinho
para a professora que não viu quanta febre ele teve naquela noite:
“favor dispensá-lo se ele sentir mal”…
Da mãe acompanhar seu caçulinha ao dentista
e segurar sua mãozinha gelada
enquanto o motorzinho zune no seu dentinho de leite.
Da mãe levar o garotinho operar as amídalas
para ver se “cresce forte e pára de ter dor de garganta”…
e sofrer calada no corredor do hospital, como se fosse forte!!
Da mãe explicar aos olhinhos espantados do seu menino curioso
“de onde vêm os bebês”.

SEMPRE PENSEI QUE TODO DIA ERA
“DIA DAS MÃES”

Da mãe acompanhar as lições de matemática do filho ginasiano
e telefonar para a sua professora de português pedindo auxílio.
Da mãe ir à reunião da escola ver por que as notas foram baixas
e houve duas faltas a mais no boletim.
Da mãe levar o pai à missa
porque o menino vai fazer Primeira Comunhão e é preciso dar exemplo.
Da mãe encontrar respostas no infinito para explicar Deus.
Da mãe ajudar na festa de fim da oitava série
e espantar-se ao ver que seu menino está tão alto.
Da mãe notar que o filho cresceu pois está com voz de gente grande.
Da mãe conversar com ele, muito muito, sobre o Homem e o Mundo.

SEMPRE SUPUS QUE TODO DIA ERA
“DIA DAS MÃES”

Da mãe afligir-se
com o número de apostilas que o filho traz agora do colegial.
Da mãe acordá-lo cedo,
também aos sábados, porque as provas agora são pra valer.
Da mãe pegar da bolsa um dinheirinho a mais,
porque a semanada dele acabou na quinta feira .
Da mãe escolher com ele, escondido,
o presentinho tão caro da primeira namorada.
Da mãe dar palpite na dedicatória dos ramos de rosas
que ele quer mandar para ela no dia 12 de junho,
na Páscoa, no Natal, no aniversário deles.
Da mãe fingir que dorme
enquanto o moço não chega com o carro do pai.
Da mãe fazer Vestibular.
Da mãe arrumar a bagunça que ficou no seu quarto quando,
alegre e meio pálido, ele já foi para a Universidade,
levando tudo o que é seu.
Pensei mesmo que todo dia era dia das Mães!!
Da mãe telefonar, escrever bilhetinhos
e preparar o doce preferido de todos porque é ele que vai chegar.
E rezar nos exames, porque
“….não posso ser reprovado mãe, quero casar no dia da formatura…”
Da mãe fazer mais economias,
ainda mais economias para ajudar nesse futuro.
Da mãe ir ao cabeleireiro,
porque “o que é que seus colegas vão dizer
se me virem entrando no salão de braço dado com ele,
tão garboso na sua roupa de formatura e eu grisalha?…. afinal…

SEMPRE ACREDITEI QUE TODO DIA ERA
“DIA DAS MÃES”

Da mãe cansar-se no trabalho para que ele tenha mais e melhor.
Da mãe ajudar o pai porque é preciso dar ânimo também a esse filho grande
que reclama parte do seu carinho.
Da mãe lutar para ser forte porque precisa dar o exemplo.
Da mãe perdoar porque a todo instante é preciso esquecer.
Da mãe não chorar porque é preciso forjar um Homem.
Da mãe rezar porque é sempre pouco o que o homem faz sozinho.
Da mãe achar palavras: de consolo para o filho triste
de incentivo para o filho desanimado
de amor à luta para o filho fraco
Da mãe fazer força para não morrer
porque é preciso viver para ele…

MAIS DO QUE NUNCA SEI
QUE TODO DIA É “DIA DAS MÃES”

Graciema Pires Therezo

May82003

Voando Livre.

Não é fácil encontrar a felicidade em nós mesmos e é impossível encontrá-la em outro lugar. Agnes Repplier.

Uma casa nova, uma piscina nos fundos, dois belos carros na garagem e meu primeiro filho a caminho.

Faltavam apenas alguns dias para eu dar à luz o meu primeiro filho quando uma conversa com meu marido abalou o mundo eu em eu vivia.

-Eu quero estar presente para o bebê, mas acho que não te amo mais – ele falou.

Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo! Ele se afastara de mim durante a gravidez, mas eu relacionara isso ao seu medo e preocupação em se tornar pai.

Enquanto eu sondava em busca de explicações, ele me contou que tivera um caso cinco anos antes e desde então não sentia a mesma coisa por mim. Pensando no meu bebê e querendo salvar meu casamento, disse-lhe que podia perdoá-lo e que queria consertar as coisas entre nós.

Aquela última semana antes do nascimento de meu filho foi um passeio emocional numa montanha-russa. Estava tão animada com o bebê, com tanto medo de estar perdendo meu marido e sentindo-me tão culpada àz vezes, pois achava que era culpa do bebê isso tudo estar acontecendo.

John nasceu num sexta-feira de julho. Era tão lindo e inocente. Não fazia idéia do que estava acontecendo no mundo de sua mãe. Estava com quatro semanas quando descobri o verdadeiro motivo do afastamento do seu pai. Não apenas ele tivera um caso cinco anos antes, mas começara a ter um caso durante minha gravidez, e continuava a ter. Então, quando ele estava com cinco semanas, John e eu abandonamos a casa nova, a piscina e todos os meus sonhos desfeitos para trás. Mudamos para um apartamento do outro lado da cidade.

Não sabia que existia depressão tão profunda quanto a que eu entrei. Nunca havia experimentado nada igual à solidão de passar uma hora depois da outra sozinha com uma criança recém-nascida. Alguns dias aquela responsabilidade toda me esmagava e eu tremia de medo. A família e os amigos estavam lá para ajudar, mas, ainda assim, havia muitas horas cheias de pensamentos a respeito de sonhos desfeitos e desespero.

Eu chorava com frequência, mas me assegurei de que John nunca me visse chorando. Estava determinada a não deixar que isso o ferisse. De algum lugar dentro de mim eu sempre encontrava um sorriso para ele.

Os primeiros três meses da vida de John passaram num borrão de lágrimas. Voltei ao trabalho e tentei esconder de todo mundo o que estava acontecendo. Tinha vergonha, ainda que não soubesse o porquê.

Cheguei ao fundo do poço num domingo de manhã, quando John estava com quatro meses. Acabara de ter outra discussão emocional com meu marido e ele saíra como um furacão do meu apartamento. John estava dormindo em seu berço e me peguei sentada no chão do banheiro, encolhida como uma bola, balançando para frente e para trás. Ouvi-me dizendo em voz alta: “Eu não quero mais viver”. Depois de dizer isso, o silêncio foi arrebatador.

Acredito que Deus esteve comigo naquele dia. Após dizer aquilo, fiquei sentada em silêncio, deixando as lágrimas correrem pelo meu rosto. Não sei quanto tempo se passou, mas de algum lugar dentro de mim surgiu uma força que eu não havia sentido antes. Decidi naquele momento tomar o controle da minha vida. Não iria mais dar ao meu marido o poder de afetar minha vida de uma forma tão negativa. Percebi que, ao prestar atenção em suas fraquezas, estava permitindo que aquelas fraquezas arruinassem a minha vida.

Naquele mesmo dia, arrumei uma mala para mim e John e fui passar o fim de semana na casa do meu irmão. Era a primeira viagem que fazia sozinha com John e me senti tão forte e independente! Lembro-me de que durante a viagem de duas horas eu ri, conversei e cantei para John por todo o caminho. Foi durante esta viagem que percebi como meu filho fora meu salvador durante todos aqueles meses. Saber que ele estava lá todos os dias e que precisava de mim me mantivera viva e me dera uma razão para me levantar todas as manhãs. Que bênção ela era na minha vida!

Daquele dia em diante, decidi concentrar-me na confiança e na força que me fizeram lenvantar do chão do banheiro. Ter mudado minha atenção para pensamentos tão positivos transformou a minha vida. Senti vontade de rir novamente e de estar na companhia dos outros pela primeira vez em meses. Iniciei o processo de descobrir o indivíduo que mantive escondido dentro de mim durante tanto tempo – um processo que ainda estou apreciando.

Comecei a fazer terapia logo depois de John e eu termos nos mudado da casa e continuei com ela durante vários meses depois do dia em que cheguei ao fundo do poço. Quando não senti mais necessidade de ter seu apoio e aconselhamento, lembrei-me da última pergunta que minha terapeuta me fez antes que eu saísse de seu consultório naquele dia:

-O que você aprendeu? – Ela perguntou.

Não hesitei em responder:

-Aprendi que minha felicidade tem de vir de dentro.

É esta lição que me lembro todos os dias e que tento partilhar com os outros. Cometi o erro, na minha vida, de basear minha identidade em meu casamento e em todas as coisas materiais que cercavam a relação. Aprendi que sou responsável por minha própria vida e felicidade. Quando centralizo minha vida em outra pessoa e tento construir minha vida e minha felicidade em volta daquela pessoa, não estou vivendo de verdade. Para viver de verdade preciso deixar que o espírito dentro de mim seja livre e regozije-se em sua singularidade. É neste estado de ser que o amor de outra pessoa se torna uma alegria, e não algo que temos medo de perder.

Que o seu espírito seja livre e voe alto!!!

Laurie Waldron

May52003

Diga aos outros o quanto eles são importantes para você.

Os relacionamentos se baseiam no apreço mútuo e não há maneira melhor de demonstrar esse apreço do que dizer a uma pessoa que ela é importante para você.

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Na Universidade de Houston, alguns cientistas pesquisaram as razões que nos impedem de dizer às pessoas que gostamos delas ou que elas são importantes para nós. Uma das áreas estudadas foi a reação a eventos tristes, como a morte de um parente próximo.

Um entrevistado, Bill, perdeu recentemente seu pai. alguns amigos de Bill enviaram telegramas de pêsames, outros enviaram flores, alguns, mensagens, outros disseram-lhe que estavam à disposição ara qualquer coisa de que precisasse. E outros não fizeram nada.

Por que alguns de seus amigos não disseram nada?

Talvez porque tivessem medo de se aproximar ante a situação de morte. Sentiram-se intimidados, deixaram o tmepo passar e depois ficaram sem jeito de manifestar-se, achando-se culpados por não o terem feito no momento certo. Isso inevitavelmente criou um afastamento.

Um amigo me contou que quando sua mãe morreu subitamente ele aprendeu uma lição importante. Alguns poucos amigos, ao saberem a notícia, telefonaram imediatamente. Ele se surpreendeu com o que sentiu como “coragem” dos amigos, mas a manifestação de solidariedade e carinho deles confortou-o imensamente. “Depois disso, nunca mais deixei de manifestar-me em qaulquer ocasião d eperda, seja de que natureza fosse”, me falou ele.

Mas não é apenas em situações de morte que as pessoas têm dificuldade de expressar seu amor, sua admiração ou gratidão. Às vezes, engolidas pela correria do cotidiano, as pessoas não encontram espaço para isso, ou partem do pressuposto de que não é necessário expressar afeto e apreço porque o outro já sabe que é importante ou amado. Talvez elas achem que dizer ao outro o quanto ele é importante signifique ser vulnerável, rebaixar-se. Para essas pessoas, os relacionamentos podem ser mais uma competição do que uma celebração, e as competições estão baseadas na força, no poder e na posição.

Os pesquisadores alertam que não vencemos nos relacionamentos, vencemos tendo bons relacionamentos.

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Pesquisas feitas com adultos desempregados mostraram que a duração do período de desemprego era menos importante para a auto-estima da pessoa do que o apoio recebido dos pais, parentes e amigos.

Por isso sempre friso aqui o quanto amo todos vocês, queridos amigos. Virtuais ou não, fazem parte do meu círculo de amigos e isso os torna insubstituíveis, únicos…

Ahh… meu final de semana foi maravilhoso. De novo naquela praia linda perto de Maragogi, litoral de Alagoas: Barra Grande. Perfeito! Quão pobres seriam as palavras para tentar descrever tamanha maravilha…

May12003

Abra-se para novas idéias.

Nunca pare de aprender e de se adaptar. O mundo está sempre mudando. Se você se limitar àquilo que sabia e com que você se sentia à vontade em outra época da vida, irá se isolando à medida que envelhecer e sentindo cada vez maor frustração com as circunstâncias à sua volta.

Era um casal na faixa dos oitenta anos. Eu tinha uma relação de amizade com a família e por isso convivi muito com eles. Na grande mesa de refeição que reunia filhos e netos aos domingos, o contraste entre os dois era flagrante. Ela, atenta ao que se dizia, curiosa em ouvir estórias e opiniões, em entender o que se passava no mundo, às vezes escandalizada com a linguagem dos jovens, mas colocando seus limites sem censurar. Ele, desinteressado, emburrado mesmo, porque ninguém prestava atenção a suas estórias, contadas e recontadas centenas de vezes. Eu soube que ela mantinha um diário e que, tendo dificuldade para escrever à mão, fizera um curso de computador e digitava diariamente suas experiências e o que se passava na família. Estava descobrindo a internet e se maravilhava viajando na tela. Os netos vinham visitá-la durante a semana e, com gosto, contavam suas estórias. Ele era ouvido com tédio e condescendência, pois estava fechado para escutar, para aprender, para descobrir, apegado a um passado que lhe dera segurança. começava a morrer em vida.

Mas não é preciso estar na faixa dos oitenta para que isso aconteça. Há pessoas razoavelmente jovens aferradas a seus hábitos, idéias, valores, “donas da verdade”, surdas às idéias e argumentações que possam contestar seus dogmas, centradas em si mesmas e despidas de qualquer curiosidade em relação à novidade com que o mundo constatemente nos presenteia. Estão preparando um envelhecimento precoce e condenando-se a uma melancólica solidão.

em pesquisas realizadas com americanos idosos, a satisfação estava mais relacionada à capacidade de adaptar-se do que às suas finanças ou à qualidade de seus relacionamentos. Se estivessem dispostos e abertos para mudar alguns de seus hábitos e expectativas, sua felicidade se manteria mesmo que as circunstâncias mudassem. Aqueles que eram resistentes às mudanças e que se fechavam para o novo tinham chances inferiores a um terço de se sentirem felizes.

Abra-se, pois, para novas idéias.

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Estava visitando o Blog da Jady – Between Us e aceitei a recomendação de visitar um link onde é possível ler as 15 formas para se ficar zen. Caso alguém queira aceitar a recomendação também, basta clicar aqui e ter a oportunidade de saber as 15 formas de se ficar zen, uma inclusive é a imagem que coloquei no início deste post.