August 2003

Aug182003

Filosofia do Sucesso.

Se pensas que és um derrotado, serás derrotado. Se não pensares fortemente que queres, não conseguirás nada. Não adianta quereres vencer, mas pensares que não vais conseguir. Assim, a vitória não te sorrirá.

Se fizeres as coisas pela metade, serás um fracassado.Nós descobrimos neste mundo, que o sucesso começa pela intenção, e tudo se determina pelo nosso espírito.

Se pensas seres um malogrado, assim serás. Se almejas atingir uma posição mais elevada, deves, antes de obter a vitória, dotar-te da convicção de que conseguirá infalivelmente. A luta pela vida, nem sempre é vantajosa aos fortes, nem aos espertos, mais cedo ou mais tarde.

Quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente: “Eu conseguirei.”

“O impossível só dura o tempo de ser realizado.”

Aug162003

O sucesso é ser feliz

Já leram o livro “O sucesso é ser feliz”, do Roberto Shinyashiki? É simplesmente maravilhoso… Pode parecer algo meio sonhador, imaginário, mas não é. Faz-nos pensar realmente no que vale a pena na vida… Para os que leram, lembram-se da ‘Crônica sobre o viver’, que inicia o livro? Nossa… É perfeita. Para os que ainda não tiveram tal prazer, é uma ótima sugestão de compra… Dinheiro muito bem gasto.

O sucesso é ser feliz

“A felicidade vem à nossa vida por ação reflexa, pois é a felicidade que criamos para os outros que se transforma em nossa alegria”.

“… Como as ondas do mar, a vida é dinâmica,
e tão certa é a subida quanto a descida.
Um movimento é complementar ao outro.

Cada momento tem sua beleza e saber apreciá-los
constitui a base da FELICIDADE.
Não desfrute somente o Sol, aprecie também a Lua.

A vida não acontece somente dentro de uma casa, de uma cidade, de um país;
ela tem que ser experimentada dentro do Universo.

Felicidade é um jeito de viver.
É uma experiência ligada à sabedoria.

Aproveite as oportunidades.
Valorize o amor, o bom humor e a criatividade.

Lute pelos seus sonhos com quatro “D”s:
Determinação, Dedicação, Disciplina e
Desprendimento.

A vida depende de nós…
Um dos maiores desafios da raça humana
é evoluir do estágio que lhe garante a sobrevivência,
para o estágio que lhe realize a existência.

O grande néctar da vida
é a possibilidade de realizar o Divino
que existe dentro de cada um de nós…”.

Roberto Shinyashiki

E para vocês, o que é o sucesso? O que almejam na vida?

Aug152003

É sempre bom sabermos quem beijamos…

Eu recebi um e-mail de uma amiga intitulado “É sempre bom sabermos quem beijamos…

Estava vendo o tocante a minha pessoa: Vejam.

Cuidado. Essa gente de Touro é calminha, meiguinha, fofinha… até você estar no meio de um beijo com elas! Touro, o signo mais sensual do zodíaco, conhece tudo sobre sensações, e sobre como provocá-las. E seu beijo trabalha com este conceito, entende? Tem um beijo cheio de desejo e sensualidade. Gosta de despertar as mais variadas sensações em quem se está beijando. É calmo e prefere beijos longos e muito profundos, molhados.

O beijo taurino é sem pressa, “caprichado”, com jeito de quem pára e aprecia a paisagem… É um beijo de mais carinho do que tesão, mas é aí que está a armadilha: você fica querendo mais. Bom, era isto mesmo que o taurino queria!

Bastante pertinente… ;)

Me lembrei de um texto da Martha, de muito tempo atrás… Ei-lo:

Beijar Bem…

Ok: a gente quer encontrar alguém bonito, inteligente e espirituoso, alguém que não seja muito exibido nem vaidoso demais, que tenha um papo cativante e esteja parado na nossa. Mas e se beijar mal? Sem chance. Tem que beijar bem, tanto eles quanto elas.

Quando escuto alguém dizendo que Fulano beija bem e Sicrano beija mal, quase volto a acreditar em histórias da carochinha. Beijo é a sorte de duas bocas entrarem em comunhão. Pode um Rafael beijar uma Ana e ser uma explosão vulcânica, e o mesmo Rafael beijar uma Cristina e ser um encontro labial de dar sono. Pessoas não beijam bem ou mal: casais se beijam bem ou mal. Há sempre dois envolvidos.

A definição de um beijo bom é que pode ser questionável, mas quem está no meio do entrevero quase sempre reconhece o ósculo sublime.

Beijo bom é beijo decidido, mesmo que a decisão seja levá-lo devagar ao longe.

Beijo bom é beijo molhado, em que os beijadores doam tudo o que há para doar na cavidade bucal, sem assepsia, entrega absoluta.

Beijo bom é beijo sem pressa, que não foi condenado pelos ponteiros do relógio, que se perde em labirintos escuros já que, é bom lembrar, estamos de olhos fechados.

Beijo bom é beijo que você não consegue interromper nem que quisesse.

Beijo bom é beijo que não permite que seu pensamento tome forma e voe para outro lugar.

E, por fim, beijo bom é o beijo que está sendo dado na pessoa por quem você é completamente apaixonada.

Existe beijo ruim? Existe. Beijo sem alma, beijo educado demais, beijo cheio de cuidados, beijo curto, beijo seco. Mas uma coisa é certa: precisa dois para torná-lo frio ou torná-lo quente. Todo mundo pode beijar bem, basta nossa boca encontrar com quem.

Aug142003

Tolerância para o Amor.

Quando Fidel Castro mandou fuzilar os homens que tentaram fugir de Cuba numa embarcação clandestina, meses atrás, o mundo se revoltou. Até mesmo aqueles que eram simpatizantes da política do ditador se manifestaram contra. O escritor José Saramago foi quem melhor soube sintetizar seu sentimento: “Cheguei até aqui”. Com esta simples frase, ele demonstrou qual era seu limite de tolerância. Não iria adiante com Fidel.

Todos nós temos um limite de tolerância em relação a tudo. Mas nas questões amorosas este limite tende a se esticar em função das nossas carências, das nossas fantasias, da nossa esperança de que, da próxima vez, as coisas irão dar certo. Mas não dão. E não dão de novo. Até onde você pode chegar?

Você teve uma relação terminada, sofreu muito, mas até hoje o cara segue seduzindo você. Você não dá a mínima, até que um dia cede, mas aí ele é que não corresponde. Você volta a ficar na sua, ele volta a seduzí-la, você resiste, resiste, resiste, até que um dia você cede de novo, marca um encontro, e ele cancela. E assim passam-se meses, anos, numa situação absurda: ele atrás de você, e quando você diz sim, ele cai fora. Se você não consegue dar um basta nisso, é porque você ainda tem tolerância pra gastar.

Ela lhe telefona e você larga tudo para vê-la, mas no dia seguinte ela volta pro namorado.

O sexo é ótimo entre vocês, mas quando não estão na cama, vocês não conseguem trocar meia-dúzia de frases sem brigar.

Vocês adoram os mesmos filmes, os mesmos programas, são apaixonados um pelo outro, mas sexualmente há uma falta de atração total.

Você se sente infeliz, mas não tem coragem de começar vida nova.

Você se arrependeu de deixá-la, mas seu orgulho impede de pedir pra voltar.

Até onde podemos ir? Até o limite do suportável. Um belo dia, depois de inúmeras repetições do mesmo erro, a gente desiste. Com tristeza pela perda, mas com alegria pela descoberta, diz pra si mesmo: “cheguei até aqui”. E, então, a vida muda.

Marta Medeiros

Afinal, tolerância tem limite… Ter coragem pra dizer que uma situação não está lhe sendo agradável é mister… A Marta está coberta de razão… Quantas pessoas não permanecem com alguém, mesmo sabendo que não dá certo, nem nunca dará? Ficam com medo do que está por vir, sentem pavor do algo desconhecido sem aquela pessoa, mesmo que a relação não seja mais harmniosa… E então, qual a sua tolerância, qual o seu limite suportável?

Aug132003

Tudo novo!

Houvessem meios
Haveria fim
Como não,
Apenas há
Impensado finito
Das intensas
Formas inconclusivas
Na esfera do inconcebível
Apenas um meio;
Tão somente um fim;
Começo de tudo.

Vocês se espantam: “O quê?!!!”

Se perguntam individualmente:”Entrei no blog errado?!!!”

Não, digo eu.

Isso mesmo! O Simples Coisas da Vida está todo novo… Renovado… Reavivado… Revitalizado… Mas com a mesma sensibilidade, e harmonia, e paz, e alto-astral de sempre…

Sejam todos bem-vindos ao remodelado Simples Coisas da Vida.

Sintam-se à vontade.

Aug122003

Medo de perder

Você sabe por quê o mar é tão grande?
Tão imenso?
Tão poderoso?

É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro; estaria alguns centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.

A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.

É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.

Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber morrer.

Se aprenderes a perder, a cair, a errar,
ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer
a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.

Bem aventurado aquele que já consegue
receber com a mesma naturalidade
o ganho e a perda…
o acerto e o erro…
o triunfo e a queda….
… a vida e a morte.

(Trecho do texto ” Medo de Perder “)
Antônio Roberto Soares

Aug92003

Nascidos antes de 1980

O texto é para quem nasceu antes de 1980 lembrar de como era bom e para os que nasceram depois para saberem o que perderam… Ei-lo:

Pra você que nasceu antes de 1980:

Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!

Quando éramos pequenos, viajávamos de carro (aqueles que tinham a sorte de ter um…) sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag! Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial…

E tinham também aquelas bolinhas de gude… que vinham embaladas sem instrução de uso…

A gente bebia da torneira e nem conhecia água engarrafada! Que horror!!!! A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção.. E passávamos nossas tardes construindo nossos pipas ou nossos carrinhos de rolimã..

A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore…. E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema….SOZINHOS….!!!!! Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em PERIGO.

Não existiam os celulares! Incrível!!!!!!!! A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos… ??? Ninguém denunciava ninguém.. Eram só “acidentes” de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado. Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho… Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos.. E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir…

A gente comia muito doce, pão com muita manteiga… Mas ninguém era obeso… No máximo, um gordinho saudável… A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes! Não existia o Playstation, nem o Nintendo… Não tinha TV à cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet… Tínhamos, simplesmente, amigos!

A gente andava de bicicleta ou à pé. Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos…. Sozinhos, num mundo frio e cruel!!!!!!!! Sem nenhum controle! Como sobrevivemos????!!! Inventávamos jogos…com pedras, feijões ou cartas…Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso! Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que refazer a segunda série.. Que horror! Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo não passando…

As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza… Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado,mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mau da professora…. Correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho.. As nossas iniciativas eram “nossas”, mas as conseqüências também! Ninguém se escondia atrás do outro… Os nossos pais eram sempre do lado da Lei quando transgredíamos a regras! Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e incrivelmente nenhum deles foi preso por isso! Sabíamos que quando os pais diziam “NÃO”, era “NÃO”.

A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado… Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa… Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos…

Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos “solucionadores” de problemas.. Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências…Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade… E não é que aprendemos a resolver tudo: SOZINHOS…

Se você é um destes sobreviventes….

PARABÉNS !!!!!!!! VOCÊ CURTIU OS ANOS MAIS FELIZES DE SUA VIDA….

Aug82003

As palavras ferem mais do que qualquer coisa.

Eu já coloquei o texto que segue aqui certa vez, logo no começo… Hoje me ocorreu um problema com uma certa pessoa e lembrei-me dele. Por isso estou colocando-o novamente agora.

As pessoas deveriam ter mais cuidado ao falarem, pois paus e pedras quebram os ossos, mas as palavras ferem mais do que qualquer coisa.

Eis o texto, (A última frase é excepcional):

Quando Falar…

Quando falar sobre amor, finja nada conhecer, para absorver cada frase que brote do coração.

Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender que amor e a dor são tão parecidos, que até os confundimos ao vê-los bem de pertinho.

Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, para ser ouvido na mais alta voz.

Quando falar sobre sonhos, acorde, para vivê-los na melhor lucidez do seu dia.

Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos, para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.

Quando falar de fome, faça um minuto de jejum, para lembrar daqueles que jejuam todos os dias, mesmo sem querer…

Quando falar de frio, abrace alguém. Quando falar de calor, estenda a mão. Quando estender a mão, sustente o braço para que perdure.

Quando falar de felicidade, acredite nela. Quando falar de fé, cerre os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê. Quando falar de Deus, faça-o pelo silêncio do seu testemunho.

Quando falar de si mesmo, aprenda a calar, para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos …

Quando falar, cuide para que suas palavras sejam melhores que o seu silêncio.

a.d.

Aug62003

Você é plenamente capaz!

Hoje, colocarei um texto postado logo no início deste blog… Gosto tanto dele que nem imaginam… É simples, mas a idéia que me transmite é renovadora, fortificante. Ei-lo:

Certa lenda conta que estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada, fria, e as crianças brincavam sem preocupação.

De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança, vendo que seu amiguinho se afogava no gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
_Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!

Nesse instante, apareceu um ancião e disse:
_Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:
_Como?

O ancião respondeu:
_Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não seria capaz.

a.d.

Aug52003

Quantas e quantas vezes…

Recebi esta contribuição de uma amiga, a Ana Valéria. Obrigado, Ana. Muitos já devem ter lido este texto, mas nunca é demais refletir e além do mais, a visão que se tem ao ler o texto agora não é a mesma que se tinha outrora. Portanto, vale a pena. Ei-lo:

Quantas vezes você andava na rua, sentiu um perfume e lembrou de alguém que você não vê há muito tempo?
Quantas vezes você olhou para uma paisagem e não se imaginou lá com alguém que você gosta muito do seu lado?
Lembra quantas vezes você voltou naquele lugar onde começou uma das melhores fases da sua vida? (seja qual for a fase, namoro, amizade, trabalho…).
Você consegue contar nos dedos de uma só mão quantas vezes você brigou com amigos seus porque eles tentaram lhe fazer mudar de idéia e depois você descobriu que eles estavam certos?
Alguma vez você foi ajudado a se levantar pela pessoa que você achava que iria ficar mais feliz com sua derrota?
Quantas vezes você foi apresentado a alguém e não ficou cheio de esperanças?
Quantas vezes você olhou para uma pessoa nas ruas e pensou: Eu te conheço de algum lugar!?
Alguma vez você notou que alguém precisava de ajuda e simplesmente não fez nada e algum tempo depois quando você precisou aquela mesma pessoa te ajudou?
Quantas vezes você já abraçou seus amigos?
Alguma vez você pensou que estava no fundo do poço e achou uma sementinha de algo bom que você nunca teria encontrado se não tivesse ido tão fundo?
Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?
Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?
Quem sabe dizer quantas vezes você já se tornou frio, ou brigou com pessoas que não tinham nada a ver com seus problemas?
Você deve ter visto que aquele filme que vocês dois viram juntos no cinema, vai passar na TV. Lembrou de algo bom? Depois se gelou porque aquilo já acabou?
Tem alguém que você nunca viu pessoalmente, mas quer conhecer?
Você já sentiu vontade de chorar só de pensar em coisas que eram boas, mas que na época você não dava valor?
Quando você era criança provavelmente não gostava de alguma coisa que hoje em dia adora?
Você lembra dos desenhos animados que via quando era pirralho e agora fica com pena das crianças por elas não terem os mesmos desenhos?
Se você soubesse que iria morrer daqui a 24 horas, o que você faria? Pra quem você declararia amor? Quem você abraçaria? Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?
Mas teve também aquele dia em tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo, não foi?
Alguém olhou nos seus olhos e você trancou a respiração mesmo sem sentir?
Algum dia você ajudou a consolar alguém que nem conhecia bem, (colega, conhecido, vizinho…) e hoje lembra que depois daquilo ficaram amigos?
Você já ajudou alguém e depois essa mesma pessoa te deu as costas?
Têm pessoas que você inventou apelidos carinhosos e que só você as chama por eles?
Teve um dia há algum tempo que você acabou ficando com alguém apenas para não ficar sozinho?
Você já chorou porque lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?
Você já perdeu alguém que gostava muito?
Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou?

Para essas perguntas existem muitas respostas, mas o importante sobre elas não é a resposta em si… O que importa é o
sentimento. Cada pergunta você lembrou de algo ou de alguém. Espero que essa lista o tenha ajudado a entender que todos nós erramos, julgamos mal, amamos, que todos um dia não tiveram coragem e hoje se arrependem, que todos já fizeram uma coisa quando o coração mandava fazer outra…

Então qual a moral disso tudo? Vá à luta! Não continue pensando em suas fraquezas e erros; daqui por diante faça um acordo consigo mesmo.. E lute! Não abaixe a cabeça! Vá em frente!!! Tenha fé em si mesmo, e principalmente em Deus. Faça tudo que puder para ser feliz hoje! Não deite com mágoas no coração. Não durma sem ao menos fazer uma pessoa feliz! E comece com você mesmo!!! Amigos de verdade não se separam…. Apenas… seguem caminhos diferentes… Sentimentos verdadeiros não se acabam… Estes, levamos conosco para todo o sempre…

Aug42003

Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos.

Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos.

O membro isolado.

Um membro de um determinado grupo ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar.

Após algumas semanas, o lider do grupo decidiu visitá-lo.

Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.

Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando.

O pastor se fez confortável mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel.

O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.

Então, a chama da solitária brasa, diminuiu… houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava fria e morta.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial.

O líder antes de se preparar para sair, recolheu a lenha fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.

Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: Obrigado… tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo.

a.d.

Que esta seja uma semana muito especial.

Aug22003

Comece consigo mesmo

As palavras a seguir foram escritas na tumba de um bispo anglicano (1100 A.D.), nas criptas da abadia de Westminster.

Quando era jovem e livre e minha imaginação não tinha limites, eu sonhava em mudar o mundo. Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria e assim reduzi um pouco os limites de meu ideal e decidi mudar apenas meu país.

Porém este, também, parecia imutável.

À medida que chegava ao crepúsculo, numa última e desesperada tentativa, procurei mudar apenas minha família, aqueles mais próximos a mim, mas, ai de mim! Eles não mudaram.

E agora, deitado em meu leito de morte, subitamente percebo: se eu tivesse apenas mudado a mim mesmo primeiro, então, pelo exemplo, eu teria mudado minha família. Com sua inspiração e estímulo, eu poderia ter melhorado meu país e, quem sabe até ter mudado o mundo.

a.d.

E lembrem-se sempre das lições do grande mestre: “Devemos ser a mudança que queremos ver no Mundo”.

Portanto, comece consigo mesmo.

Aug12003

Receita para se manter jovem.

O amigo Fernando enviou-me o texto que segue abaixo. Achei-o interessante e resolvi publicá-lo aqui no blog. Obrigado pela colaboração, Fernando.

Dona Cacilda é uma senhorinha de 92 anos, miúda e tão elegante, que todo o dia, às oito da manhã, ela já se encontra toda vestida, bem penteada e perfeitamente maquiada, apesar de não enxergar muito bem.

E hoje ela se mudou para uma casa de repouso. O marido, que a acompanhara durante 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.

Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, a atendente descreveu seu minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela. A senhora ouvia as descrições da atendente com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

- Ah, eu adoro essas cortinas.
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto… espera mais um pouco…
- Isso não tem nada a ver – ela respondeu – Felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto não depende de como a mobília está arrumada… é como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.

Sabe, eu tenho duas escolhas: posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem… ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar no novo dia e também nas lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida.

A velhice é como uma conta bancária: você só retira daquilo que você guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando.

Receita da D. Cacilda para se manter jovem:

1. Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.

2. Freqüente, de preferência, seus amigos alegres. Os “baixo-astrais” puxam você para baixo.

3. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer.

4. Curta coisas simples.

5. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.

6. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO enquanto você viver.

7. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.

8. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

9. Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para uma cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens negativas ao passado.

10. Àqueles que você ama, diga sempre que você realmente os ama em todas as oportunidades.

E lembre-se sempre que a vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego de tanto rir… de surpresa, de êxtase, de felicidade… Pelo momento no qual você percebeu o quão privilegiado é por simplesmente ter nascido…