June 2006

Jun202006

Aproveite a Vida.

Aproveite a Vida  

A revista “Isto É” publicou uma  excelente entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de  renome nacional e internacional. 

Veja uma das perguntas a seguir e medite.

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?

Shinyashiki – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade: A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados  individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os  dias. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um  caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes  para o sucesso, mas não para a felicidade.

Felicidade não é uma meta, mas  um estado de espírito. Tem gente que  diz que não será feliz enquanto não  casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do  casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família  ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema. Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico  pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer.Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.

Eu sentia uma dor enorme  por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de pequenas coisas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida

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Realmente, as pequenas coisas são as mais importantes.
Simplesmente viva intensamente, aproveite as oportunidades, não racionalize tanto e o tempo inteiro, permita-se, porque depois pode ser tarde demais. Tudo de bom e até muito breve.

  Fear of the dark – Iron Maiden

Jun192006

Por que as mulheres são tão chatas no amor?

É um texto longo, mas vale a pena lê-lo por inteiro.

Por Lia Luft.

No começo diziam que eu escrevia mais para mulheres (o que é bobagem) e queminhas personagens femininas são mais fortes do que os homens (idem). Rótulos são imprecisos e empobrecedores, mas o que se há de fazer.

Depois de Rio do Meio, de 1976, passaram a dizer que eu defendia demais os homens. Na verdade nunca defendi nem me pediram que fizesse isso. Eu apenas devo ter do masculino uma visão mais positiva do que, parece, boa parte das mulheres. Tive um pai amigo, que desde criança me ensinou a cuidar da minha dignidade, e dois companheiros que me respeitaram como ser humano, empurrando-me para a frente e para cima.

No Rio, escrevi entre outras coisas que também os homens sofrem de solidão – na medida da solidão (ou da infantilidade) de suas mulheres; que também querem ser amados, ouvidos, olhados, não só criticados e cobrados.

Em palestras afirmo (para horror de muitas) que nós, mulheres, também sabemos ser muito chatas. Insatisfeitas, cobradoras, ásperas ou lamuriosas, frívolas e agitadas: nem sempre companheiras, poucas vezes cúmplices.

Está certo que andamos sobrecarregadas nesses tempos modernos, vacilando entre competência e beleza (ah, os modelos absurdos e impossíveis que permitimos que nos implantem nas belas cabeças…), correndo entre filhos e patrão, cartão de crédito ou momentinho de ócio escutando aquela música ou vendo aquele vídeo no sofá da sala em plena tarde. Sem que ninguém nos chame com aquela voz grossa e fatigada: Ô, mãããe. Sem o fantasma de mãe, tias ou avós, de mão na cintura, na soleira da porta da nossa culpa ancestral nos criticando: “Mas como! A essa hora aí atirada sem fazer nada?”

Repito que sabemos ser chatas, implicantes, desassossegadas, indiscretas e críticas. E deixamos sozinho o nosso homem, que bem ou mal é o que está do nosso lado. Pois, se for ruim demais, por que ainda estamos com ele? Filho pequeno não é desculpa para alguma grave omissão quanto à vida pessoal ou carreira: mãe sombria ou patética não ajuda filho nenhum a crescer com esperança e otimismo, necessários para não se tornar um revoltado ou apático monstrinho.

Um amigo meu, tendo sido muito rico, estava falido, e sua dor maior era ter de participar à mulher que ela não podia mais assinar um chequezinho: todos sem fundos.

Depois desse desabafo dele, pensei no que teria sido sua vida a dois, ela tratada como mais uma criança em casa, ignorando a trajetória, possivelmente as vitórias e derrotas, medos e solidão do seu marido.

Não são só as mulheres que precisam falar e ser ouvidas: na sua linguagem e no seu ritmo, que não são os nossos, se pudessem abrir o coração (o que raramente fazem) muitos homens se queixariam de que ninguém os escuta em casa. A mulher grudada nos filhos ou na televisão, no telefone com a amiga; os filhos na rua, ou fechados no quarto; e com os amigos do bar ou do escritório, os homens falam de futebol, mulher, carro, raramente de si mesmos e de sua humanidade.

Assim inventei há pouco tempo o que seria um lamento dos homens desejando que a mulher, amante ou namorada os acolhesse melhor:  Que quando chego do trabalho ela largue por um instante o que estiver fazendo – filho, panela ou computador – e venha me dar um beijo como os de antigamente. Que, mesmo com o passar do tempo, os trabalhos, os sofrimentos e o peso do cotidiano, ela não perca o jeito que me encantou quando a vi pela primeira vez. Que se estou cansado demais para fazer amor ela não ironize nem diga que “até que durou muito” o meu desejo ou potência. Que quando quero fazer amor ela não se recuse demasiadas vezes nem fique impaciente ou rígida, mas cálida como foi anos atrás. Que ela não me humilhe porque estou ficando calvo ou barrigudo nem comente nossa intimidade com as amigas, como tantas mulheres fazem. Que jamais se permita comentar diante de outros, nem de brincadeira, seja positiva ou negativa, o meu desempenho sexual.

Que não tire nosso bebê dos meus braços dizendo que homem não tem jeito pra isso ou que não sei segurar a cabecinha dele, mas me ensine o que eu não souber. Que ela nunca se interponha entre mim e as crianças, mas sirva de ponte entre nós quando me distancio ou distraio demais. Que quando preciso ficar um pouco quieto ela não insista o tempo todo para que eu fale ou a escute, como se silêncio fosse sinal de falta de amor. Que quando estou com pouco dinheiro ela não me acuse de ter desperdiçado com bobagens em lugar de prover para minha família. Que quando estou trabalhando ela não telefone a toda hora para cobrar alguma coisa que esqueci de fazer ou não tive tempo. Que não se insinue com minha secretária ou colega para descobrir se tenho uma amante.

Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza, de ternura, me desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz. Que cuide um pouco de mim como minha parceira, mas não como se eu fosse um filho desastrado e ela a mãe onipotente; que não me transforme em filho.

E que, se erro, falho, esqueço, me distancio, me fecho demais ou a machuco consciente ou inconscientemente, ela saiba me chamar de volta com aquela ternura que só nela eu descobri e desejei que não se perdesse nunca, mas me contagiasse e me tornasse mais feliz, menos solitário e muito mais humano.

Essa brincadeira séria me valeu protestos de algumas mulheres, aplausos de outras e abraços de muitos de meus amigos homens. Alguém (um homem) me escreveu dizendo que suspeitava de que o texto tivesse sido escrito pelo meu “maridão”. Respondi ao e-mail com outro informando que só se fosse em sessão espírita, pois há muitos anos eu já enviuvara pela segunda vez. E se eu dissesse que o pai de meus filhos, ilustre gramático e lingüista, jamais escrevera uma linha de meus tantos livros, essa pessoa não acreditaria também.

De modo que, sim, eu acho que não somos santas nem temos obrigação de ser, mas bem que aqui e ali valeria a pena parar, olhar, escutar; dentro de si, e ao lado, onde está aquele com quem afinal partilhamos a vida.

Temos escutado o que ele diz ou o que nos diz seu silêncio? Temos ainda lembrado de agradar, elogiar, sorrir, fazer carinho ou estamos demais ocupadas botando Botox na cara e passando horas na academia com medo de que o tempo nos devore o que sobrou da nossa alma?

Ainda pensamos nele, nas suas necessidades, emoções, desejo, frustrações, medo e fraquezas, como quando éramos namorados – ou estamos demais distraídas com as amigas, o bingo, o carteado, a butique, o mais recente mexerico sobre artistas de televisão ou sobre a vizinha? Não sei. Receio que responder seja tão duro quanto perguntar.

Não acho que a gente deva ser boazinha, gueixa submissa ou serviçal ressentida, menininha de voz fina gingando em saltos altíssimos pela casa ou arrastando-se às 4 da tarde de robe e pantufas com cara de cachorro (vi numa vitrine umas com orelhas!).

Importante seria não deixar que a poeira da banalidade abafasse o que havia entre a gente de encantamento e magia, ainda que o namorado agora seja um marido mais barrigudo, e menos cabeludo, de óculos, que chega em casa cansado demais pra reparar no quanto estamos bonitas ou exaustas demais.

O bom seria que continuássemos amantes, sendo também amigos. Pois amor é amizade com sensualidade: se não gosto do outro com seus defeitos e qualidades, manias e até pequenas loucuras, como foi que o escolhi para viver comigo numa casa, na mesma mesa, cama e talvez todo o tempo de minha existência?

Acho que, sim, somos demasiadas vezes chatas, cobradoras, secas, lamurientas, infantis e de um egoísmo retumbante. Embora gostemos de nos apresentar como incompreendidas ou maltratadas, merecedoras de todas as compensações imagináveis, é bom ponderar que a mulher-vítima e a mãe-mártir inspiram culpa e aflição e perturbam toda uma família.

Melhor ser natural. Melhor ser generosa com limites, sem se deixar explorar; melhor ser bem-humorada, porque alegria é muitas vezes a última esperança de um velho amor. Melhor ainda, melhor mesmo, é abraçar, fazer aquele carinho, olhar fundo no olho, e dizer alguma palavra antiga, esquecida nas correrias cotidianas. O coração se renova com a mesma fagulha que, há dois anos ou 20 ou até mais, fazia cada encontro uma emoção, e a gente sentia que ali, sim, estava o que mais queríamos na vida. Resta saber o que fizemos com aquela relação e como temos afinal lidado com esse homem que foi o objeto máximo de nosso desejo e sonho.

Festa Caliente – Ilegales

Jun132006

Aprendendo nas Quedas

Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?

O mundo não acaba quando nos enganamos. Ele muda, talvez, de direção, mas precisamos tirar partido dos nossos erros.

Por que tudo teria que ser correto, coerente e sem falhas?

As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela.

Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente. E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói. Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso.

O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares diferentes do nosso. Porém, não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo. Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo.

Na vida, se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido.

Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar.

Somos bem mais resistentes do que julgamos. A própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo.

Nunca duvide do seu poder de sobrevivência!

Se você duvida, cai.

Letícia Thompson

Talismã – Evandro Marinho

Jun122006

Inclusão Social

 inclusao social 

  Cenário:
Pai trabalhador (P) e filho estudante (J) dentro do carro a caminho da escola.

  J: – Pai, já que roubaram o som do carro vamos conversar um pouco?

  P: – Claro, filho!

  J: – Pai, o que é inclusão social?

  P: – Bom, filho, é que muitas pessoas têm muito e outras nada têm, a inclusão consiste em dar direitos iguais a todos.

  J: – Ah, tá! Os integrantes do MST são um exemplo de excluídos né?

  P: – Isso, filho.

  J: – Pai, o que eu devo ser quando crescer?

  P: – Bom, primeiro escolha uma profissão que você goste, depois estude muito, mas muito mesmo e depois trabalhe muito mais, dia e noite, só assim você será alguém na vida. (atrasados para a escola, o pai pára sobre a faixa de pedestres e é multado, além de ser maltratado pelo policial)

  J: – Pai, o que houve?

  P: – Fomos multados, filho.

  J: – Mas por quê?

  P: – Porque estávamos bloqueando a passagem filho.

  (um pouco adiante o trânsito pára; a marcha do MST está passando)

  J: – Pai, por que eles estão bloqueando nosso caminho?

  P: – É a marca do MST, filho.

  J: – Ah tá, e aqueles policiais estão multando eles, né?

  P: – Não, filho, estão escoltando eles.

  J: – Ué, mas nós estávamos bloqueando a passagem e fomos multados e maltratados, e eles estão bloqueando tudo e são escoltados?

  P: (silêncio)

  J: – E o que é aquilo ali?

  P: – É o refeitório deles.

  J: – Ah, sei, lá eles gastam aqueles “vales-refeição” igual aos seus, que a pessoa ganha da empresa na qual trabalha.

  P: – Não, filho, o governo paga a alimentação pra eles.

  J: – Ué, e por que não paga pra você também?

  P: (silêncio)

  J: – E aquela ambulância lá? Ah, já sei! É por causa do plano de saúde que eles pagam, né? Como você paga pra poder ter assistência médica, né?

  P: – Não, filho, eles não pagam plano de saúde.

  J: – Ué, não entendi.

  P: – É o governo que está pagando essas ambulâncias que você está vendo.

  J: – E por que você paga plano de saúde então?

  P: (silêncio)

  J: – Por que a maioria deles está com rádio?

  P: – Porque o governo doou 10.000 radinhos pra eles se comunicarem.

  J: – Pôo! E a gente sem som no carro! E você fala que precisa trabalhar pra comprar outro; vamos pedir pro governo então.

  P: – Eles não nos dariam, filho.

  J: – Ah, já sei. Você reclama que paga 40% de tudo que ganha pro governo, mas com certeza eles pagam muito mais né? Eles têm todas essas regalias.

  P: – Não, filho, eles não pagam nada.

  J: – Como assim?

  P: (pensativo, em silêncio).

  J: – Pai, quero parar pra falar com eles.

  P: – Não adianta, filho, eles só falam através de assessor de imprensa.

  J: – Que legal! vamos contratar um assessor de imprensa pra nós, pai?

  P: – Filho, isso é muito caro, eu precisaria trabalhar o triplo do que trabalho pra poder pagar um assessor de imprensa.

  J: – Mas eles nem trabalham e têm?

  P: – Mas é o governo que paga filho.

  J: – Pai, não foram eles que invadiram um prédio público e fizeram a maior bagunça num ato de vandalismo absurdo?

  P: – Foram sim, filho.

  J: – E o que aconteceu com eles:

  P: – Nada, filho.

  J: – E por que eu fiquei de castigo e levei uma baita bronca porque quebrei a lâmpada do poste jogando bola?

  P: – Porque você tem que cuidar e respeitar o patrimônio público, filho.

  J: – E eles não precisam?

  P: (silêncio)

  J: – Pai! vamos com eles?

  P: – Claro que não, filho, você precisa estudar e eu preciso trabalhar.

  J: – O quê!? Pode parar, eu vou com eles; aprendi que os excluídos somos nós; eu quero a minha inclusão social já!!! (o menino desce do carro e se junta à passeata)

  P: (silêncio e lágrimas).

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O blog “Simples Coisas da Vida” está de cara nova (sem perder a essência, evidentemente) e agora não mais com o Movable Type, e sim com o WordPress. A mudança foi sugerida pela equipe especializada da Pixelzine (onde hospedo o blog) no intento de combater o ataque de spammers, vez que esse novo sistema é mais eficiente do que o anterior (espero que dê certo). 

Há sempre uma mudança aqui e outra ali a fazer, mas no conjunto final eu gostei. E vocês? (se é que notaram… rsrs)

Mar de Doçura – Cavaleiros do Forró

Jun82006

Acordar

pintura

Caramba!!! Quanto tempo que o blog está sem atualizações…
Não sei nem se perceberam, mas há mais de 20 dias que não publico nada por aqui… Não, eu não estava desde o dia 19/05 comemorando o meu aniversário. Não… Estive resolvendo alguns problemas. Isso mesmo. Eu tenho problemas também, sou normal, sou uma pessoa em busca de realizações das mais diversas, com uma cabeça turbilhando de emoções, etc.
Bem, mas voltando ao que interessa, vim hoje aqui para compartilhar com vocês um texto que adoro. Ele fala sobre dar à vida a cor que a gente quer. Isso. Cada um vê a vida segundo a cor que quiser. Ei-lo:  

Sílabas da palavra acordar: a-cor-dar.
Viu? Significa dar a cor, colocar o coração em tudo que faz.
Existem pessoas que acordam às 6h da tarde.
É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.
E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.
Eu tive um amigo que a-cor-deu aos 54 anos de idade.
Ele me disse:
- Descobri que estou na profissão errada!
E ele já estava se aposentando…
Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda sua vida profissional porque simplesmente não “acordou”.
Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento.
Por mais cinzento que possa ser o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe por quê?
Por que a vida tem a cor que “a gente pinta”.
O engraçado é que os dias são todos exclusivos.
Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu.
Ele está ali, esperando que você… eu… façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.
Os meus dias são os mais lindos porque eu os faço ser os mais lindos da face da Terra.
Acredite em você! O universo é o limite!
Dê a você a oportunidade de “a-cor-dar” todos os dias e compartilhar com os outros o que temos de melhor: o privilégio de ser e fazer os outros felizes.

a.d.

Um grande abraço a todos e até muito breve (eu espero rsrs).
Obs: Podem mandar emails, pois sempre os leio.

Confusion – Pump Panel Reconstruction