Consequências

No post de hoje resolvi sugerir 3 softwares indispensáveis para manter (ou deixar rsrs) seu computador limpo e seguro. Eu poderia sugerir um bom anti-vírus, mas suponho que todos tenham um instalado no seu computador. De qualquer forma, só para constar, gosto de dois que são leves e eficientes: o Avast e o Nod32. Bem, agora, passo aos 3 programas que muitos não fazem uso, mas deveriam. E o melhor de tudo: são gratuitos [freewares] Ei-los:
1. CCLEANER
Um dos melhores programas para limpar a sujeira do seu computador. Ele elimina os arquivos desnecessários, como os temporários, os registros de navegação, etc, melhorando o desempenho de sua máquina e aumentando a segurança. Sugestão de uso: no mínimo uma vez por semana.
Link para download: CCleaner
2. AUSLOGICS DISK DEFRAG
Não sei se todos sabem, mas o HD [disco rígido] do computador grava as informações de maneira fragmentada [dispersa, aleatória]. O programa sugerido é um desfragmentador. Ele desfragmenta, ou seja, agrupa as informações para tornar mais fácil o acesso a elas. Assim, o desempenho de sua máquina melhorará e o acesso aos arquivos será mais rápido se o HD estiver desfragmentado. O programa diz inclusive a porcentagem da melhoria auferida com a desfragmentação. Sugestão de uso: ao menos uma vez a cada 2 meses.
Link para download: Auslogics Disk Defrag
3. MV ANTISPY
É um poderoso e eficiente programa anti-spyware. Ele elimina espiões, cookies suspeitos e outros componentes de rastreamento. Há um outro programa para esse fim, o Ad-Aware 2007, mas eu ainda prefiro o MV Antispy, do Marcos Velasco. Esse software é fundamental para quem tem acesso a internet. Sugestão de uso: todos os dias. [melhor pecar pelo excesso]
Link para download: MV Antispy
O Marcos Velasco também tem programas para a função do CCleaner, que é o MV RegClean, e para o propósito do Auslogics Disk Defrag, que é o MV Defrag. O primeiro eu uso; o segundo ainda não, mas deve ser bom pela competência e credibilidade que o MVelasco tem. Todos os softwares são gratuitos, vale ressaltar.
Quaisquer dúvidas, sintam-se à vontade para entrar em contato por e-mail.
Observação: Por que um post como esse? Porque livrar-se das tralhas e aumentar a segurança melhoram a vida, tornando-a mais simples e satisfatória.
Abraços a todos.
Lua e flor – Oswaldo Montenegro
Será que somos diferentes? Será que somos tão maravilhosamente perfeitos a ponto de só enxergarmos problemas nos outros? Será que somos realmente honestos ou é pura hipocrisia, simples aparência?
Estava conversando com uma amiga francesa no msn sobre o fato de muitas pessoas viverem reprovando outras, como se elas próprias não tivessem defeitos, como se elas não cometessem atos igualmente reprováveis. Então essa minha amiga citou uma frase de La Rochefoucauld: “Si nous n’avions pas tant de défauts, nous ne prendrions pas tant de plaisir à en remarquer chez les autres.” (se não tivéssemos tantos defeitos não teríamos tanto prazer em observar os dos outros).
A conversa fluiu. Despedimo-nos. Deitei para dormir. E aquela frase não me saía da mente.
Lembrei-me que lera num livro outra frase dele: “Deploramos com facilidade os defeitos alheios, mas raramente nos servimos deles para corrigir os nossos.”
Continuei pensando com meus botões e lembrei de uma outra frase, essa agora de Frei Damião: “Antes de clamar contra a maldade dos tempos e dos homens, examinas se estás sendo a luz que deves ser.”
À mente veio, de repente, uma lembrança da época de colégio (5ª série), quando um dos padres citou Mateus, da Bíblia Sagrada, dizendo que geralmente vemos o argueiro no olho do irmão, mas não a trave no nosso.
Corpo e mente já cansados, clamando por um merecido descanso. Viro para o lado no intuito de apagar a “meia-luz” da luminária, que me faz relaxar e permite à deusa do sono me entregar. Vejo então meu livro constante de cabeceira, o Evangelho Segundo o Espiritismo. Nele encontro: “Um dos defeitos da humanidade é ver o mal de outrem antes de ver o que está em nós. Para se julgar a si mesmo, seria preciso poder se olhar num espelho, transportar-se, de alguma sorte, para fora de si e se considerar como outra pessoa, em se perguntando: Que pensaria eu se visse alguém fazendo o que faço?”
Tantas reflexões. Mas a cama me chama, a deusa do sono me abraça e eu já não penso em mais nada. Adormeço apenas com uma certeza: se quisermos corrigir os defeitos do mundo devemos começar corrigindo os nossos, ou, como diria aquele Frei, examinando se estamos sendo a luz que devemos ser.
Alê, está aí o recado e mais um trackback.
Quem também quiser, ainda dá tempo. Corre lá no site do WordPress Brasil.
O Marcus Oliveira me convidou a participar de um meme sobre os 5 livros que mudaram minha vida e os 5 que não mudaram nada. Penso na verdade que todo livro muda minha vida, de alguma forma. Sou mesmo amante da leitura e vou elencar apenas os 8 que mais mudaram minha vida. O Marcus pediu 5, mas elencarei 8. Sobre os que não mudaram, não consigo pensar em 5; até porque se não mudaram nada eu simplesmente esqueço. Há muitos outros não menos importantes, mas esses são os que me vêm à mente neste momento.
8 livros que mudaram minha vida:
1. A oração de Jabez, de Bruce Wilkinson.
Uma oração que reúne visão, missão e valores. Uma oração que dá esperança, amplia horizontes e concede combustível para as almas mais aflitas e sem perspectivas. Um homem cujo nome significava sofrimento, um anônimo transformado em ilustre, uma oração simples com quatro pedidos diretos e uma resposta que mudou para sempre sua vida e a de sua descendência.
2. A Luta pelo Direito, de Rudolf Von Ihering.
Seu pensamento jurídico inovador está centrado no estudo das relações entre o direito e as mudanças sociais. O autor afirma que o direito deve procurar conciliar os interesses individuais e sociais, mas, em caso de conflito, deve inclinar-se para o bem social.
3. Os 7 livros da Coleção Plenos Pecados, da editora Objetiva:
- Mal secreto (inveja), por Zuenir Ventura;
- A casa dos budas ditosos (luxúria), por João Ubaldo Ribeiro;
- O vôo da rainha (soberba), por Tomás Eloy Martinez;
- O clube dos anjos (gula), por Luis Fernando Veríssimo;
- Canoas e Marolas (preguiça), por João Gilberto Noll;
- Xadrez, truco e outras guerras (ira), por José Roberto Torero;
- Terapia (avareza), por Ariel Dorfman.
4. As 48 Leis do Poder, de Robert Greene e Joost Elffers.
O poder é um jogo. É preciso saber jogá-lo para conquistar o que se deseja na política, nos negócios, na vida pessoal e até na corte amorosa. O livro mostra como agem os mestres nesta arte que envolve inteligência, perspicácia, planejamento e, principalmente, dissimulação, seja no Japão feudal ou na corte de Luís XIV, na renascença italiana ou na Chicago dos tempos da Máfia.
É um livro pra quem quer ser poderoso e para os que desejam lidar com eles. Resumindo, para quem visa atacar e para os que almejam se defender.
5. Os 100 livros que mais influenciara a humanidade, de Martin Seymour Smith.
A história do pensamento dos tempos antigos à atualidade.
E não adianta ler apenas esse. Ele serve apenas de roteiro. Coloquei-o aqui para que você possa ler a maioria dos 100 livros citados nele. Eu não li todos e você também não o fará, porque há alguns que não se faz necessária a leitura; afinal são livros que influenciaram a humanidade, mas não necessariamente os mesmos povos. Por exemplo, o Corão é um dos livros, mas eu não li, obviamente. Mas há muitos outros para se ler.
6. O Livro dos Espíritos e O Evangelho segundo o Espiritismo.
Não sei se todos sabem, mas fui criado na igreja católica, cumpri os rituais de batismo, comunhão, crisma, etc, estudei em colégio católico e todos os dias ia à missa antes da aula [por vontade própria] até o terceiro ano do segundo grau [até ingressar na universidade]. E agradeço muito pelos ensinamentos recebidos e a fortificação de minha fé inabalável em Deus. Isto, a meu ver, foi o maior benefício que o Catolicismo me proporcionou: fé incontestável. De qualquer forma, sempre fui mais espírita [minha família inteira também] que católico. No Catolicismo desde a mais tenra idade aprendi a ter fé; no espiritismo encontrei resposta para muitas de minhas perguntas [sou o rei do “Por quê?”] e conforto para minhas angústias. Então, acredito e vivencio mais o espiritismo [por ser mais concreto e esclarecedor] do que o catolicismo. Ainda vou a missas, tenho amigo padre, leio livros de origem católica, mas definitivamente sou espírita.
Sobre os livros: Os dois livros citados são parte integrante da doutrina básica do espiritismo. São dois dos cinco livros fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, juntamente com O livro dos Médiuns, O Céu e o Inferno e A Gênese.
7. Morri! E agora?, psicografado por Vera Lúcia Marinzeck.
Pensar na morte só quando ela chega pode acarretar surpresas nem sempre agradáveis.
Esse livro é uma coleção de depoimentos de vários espíritos para que o leitor entenda melhora realidade da morte do corpo físico, que é inevitável, mas que põe fim apenas à matéria. A vida espiritual continua.
8. Deficiente mental. Por que fui um?, psicografado por Vera Lúcia Marinzeck.
Deus não é justo? Ou, às vezes, não O entendemos por não compreender o que acontece conosco ou com os entes queridos que amamos?
Por que existem deficientes? Acaso? Seres imperfeitos? Ou é a bondade do Pai nos dando a oportunidade, pela reencarnação, de nos equilibrarmos ou repararmos erros de outras existências?
Espíritos que estiveram encarnados com deficiência mental narram suas experiências, o que sentiram no corpo limitado, suas desencarnações e o que encontraram no plano espiritual. Enfim, porque foram deficientes.
As explicações são esclarecedoras, pois são claras, simples e nos motivam ao trabalho útil e ao bom uso de nossas faculdades, ensinando-nos a sermos gratos ao Pai que não condena e que dá, por misericórdia, a reencarnação a todos nós, seus filhos.
Um livro que elucida um dos grandes mistérios da vida.
***
Em síntese, há tantos livros que poderiam figurar nessa lista… Só de livros espíritas, na minha biblioteca pessoal, devo ter perto de uma centena; de livros jurídicos outras centenas; de romances e livros clássicos outro montante, et cetera, mas resolvi deixar apenas esses. Já é uma lista e tanto.
Quem quiser responder ao meme, sinta-se à vontade. Faça sua lista e mande um trackback para cá.
A lista – Oswaldo Montenegro
Como fazer para descobrir se uma pessoa se sente querida e amada? Perguntar sobre seus relacionamentos? Perguntar sobre seus amigos ou sobre sua vida familiar? Embora tais indicadores sejam importantes e contribuam para a felicidade na vida, o maior sinal de que alguém se sente amado, surpreendentemente, não depende do relacionamento com outras pessoas. Para você saber se uma pessoa se sente querida, precisa observar sua auto-estima. Ela é um indicador mais importante do que os relacionamentos amorosos ou o número de amigos íntimos. Aqueles que não gostam de si mesmos não se sentem amados ou queridos, mesmo que tenham relacionamento saudável e muitos amigos que os apóiem.
O psicólogo Martin Pugh ensina a auto-aceitação em sessões de aconselhamento e grupos de estudo. Ele afirma que sem auto-estima não podemos viver.
Pugh contou a história de um paciente cuja vida era bastante passiva. “Ele entrou no meu consultório de olhos baixos, ombros curvados, parecendo pedir desculpas por existir. Tudo o que dizia transmitia insegurança e inferioridade: ‘Tudo bem se eu me sentar aqui?’ ‘Espero não estar fazendo o senhor perder tempo com isso.’ ‘Não sou muito bom nessas coisas.’”
À medida que foi se aprofundando na história do paciente, Pugh ouviu relatos de uma série de situações infelizes, sonhos não realizados, objetivos abandonados e uma vida diária de preocupações, conflitos e intermináveis críticas.
“Do que eu preciso?”, perguntou o paciente. “Meditação? Um grupo de apoio?
“De descobrir a pessoa única que você é e ter a consciência dos seus direitos”, respondeu Pugh. “É disso que você precisa. Precisa descobrir por que não gosta de si mesmo e não se valoriza, e eu vou ajudar você nesse processo.”
Segundo Pugh, “quando você pesquisa com uma pessoa as razões de sua baixa auto-estima, acaba sempre descobrindo alguma coisa. Ela está invariavelmente ali, encoberta. Embora a força interior esteja ao alcance de cada um de nós, muitas pessoas nunca a trazem à superfície, porque ela está abafada por vivências muito antigas. Algumas pessoas não acreditam que possuem essa vitalidade, porque a imagem que fazem de si mesmas é de indivíduos passivos ou fracos.”
“Em minha experiência”, prosseguiu, “o que impede que as pessoas utilizem o seu poder pessoal é a falta de amor-próprio, de auto-aceitação e as feridas psicológicas. Como acontece na maioria dos desafios da vida, a resposta é muito simples: ame a si mesmo. Colocá-la em prática, porém, requer um trabalho persistente, com a decisão sincera de dizer a verdade, empenhar-se para viver as próprias crenças, arriscar-se a perseguir os próprios sonhos e achar-se no direito de expressar o seu desejo.”
Ame-se! Ame-se muito!
Os outros não amam você? Paciência. Ame-se primeiramente. Até Jesus Cristo teve seus críticos…
Ah, acha que precisa melhorar algo? Ótimo! Todos precisamos. Melhore, então. Aprenda, aperfeiçoe-se, pratique exercícios físicos, tenha hábitos saudáveis… Mas por você! Para sentir-se feliz e de bem com a vida; não para agradar os outros.
Tenha plena e total certeza: quando você está feliz consigo, quando sua auto-estima está elevada, tudo oa seu redor fica melhor, porque o semelhante atrai o semelhante. Não tem segredo. É simples. Fácil, não; simples, sim.
Um grande abraço e até muito breve.
Bandolins – Oswaldo Montenegro
Muitas coisas ruins acontecem em nosso mundo, mas, em vez de concentrar-se nelas, tenha esperança no futuro. Pense em quantos avanços já houve. Talvez o futuro nos reserve a cura das doenças, o fim da violência, a diminuição da pobreza e da fome. Se você tiver esperança, sentirá estímulo e contribuirá para as mudanças. Se sua perspectiva for pessimista, achará que não adianta fazer nada e perderá o ânimo.
O Conselho de Bandeirantes de São Jacinto queria fazer algo divertido, excitante e que unisse a comunidade. Decidiu tentar criar o maior círculo de amizades do mundo, um círculo de pessoas de mãos dadas celebrando a união entre os seres humanos.
As bandeirantes convidaram os habitantes da cidade a se juntarem a elas e, em uma manhã de sábado, formaram o círculo. Seis mil e duzentas e quarenta e três pessoas participaram do evento, incluindo o prefeito. O círculo tinha quase dois quilômetros de extensão, com pessoas de mãos dadas, celebrando a mensagem escolhida: “A amizade vence o ódio.”
Essa celebração reforçou a esperança de todos os que a viveram, dando-lhes um novo estímulo para se empenharem em criar um mundo melhor, mais justo, com as mesmas oportunidades para todos.
O que faz com que pessoas sejam mais ou menos felizes é a atitude que assumem ante a preocupação com algum aspecto do mundo e da sociedade. As pessoas menos felizes remoem os problemas que vêem, enquanto as mais felizes concentram-se nas possibilidades de melhoras futuras.
Wish you were here – Pink Floyd
Usa-se o acento grave indicador da crase:
1. Quando existe a preposição “a” e o artigo “a(s)”:
Não sei quando voltarei à Bahia.
Refiro-me à melhor aluna.
Obs.: Há nomes de lugar que não recebem o artigo e passam a exigí-lo quando recebem determinante.
Fui a Lisboa.
Fui à Lisboa antiga.
2. Diante das horas determinadas:
Chegou às três horas, mas saiu às dez.
Ela vai embarcar à meia-noite.
3. Diante das locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas, formadas por palavras femininas.
Fazia a tarefa às carreiras.
Estamos à espera do resultado.
À proporção que o tempo passa, a moça desespera-se.
À medida que estuda, aprende.
Locuções prepositivas: à direita de, à esquerda de, à base de, à custa de, à margem de, à mercê de…
Locuções conjuntivas: contanto que, desde que, à medida que, à proporção que…
Locuções adverbiais: expressão que modifica o verbo indicando tempo, modo, lugar.

Melhor não apelar para a boa vontade de alguém, mas sim para o interesse que ele tem em fazer o que você deseja.
Funciona mais.
Um dia eu sonhei com o rei – Planta e Raiz
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[Alê, espero ter ajudado. O que não fazemos para ajudar o amigos...
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Em tempo: há um monte de e-mails para responder e mais outro tanto de comentários sem a devida resposta. Peço paciência a todos, pois, como alguns devem ter percebido, estive ausente da blogosfera nos últimos 10 dias.
Tudo de bom e até muito breve.
Aquele lugar – Planta e Raiz
Já havia recebido esse “prêmio” da Alê, do Login Style, e agora recebi também de outra pessoa muito querida, o Silvano Vilela, do Plug BR.
Todos sabem que eu nunca entrei na onda das premiações (talvez por isso raramente receba alguma…), tampouco confiro prêmios a alguém (os que gosto, em sua maioria, estão linkados na barra lateral deste humilde blog ou estarão em breve). Entretanto, não posso deixar de agradecer pelo carinho e consideração a mim dispensados por pessoas que muito estimo, como o Silvano e a Alê.
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Em tempo: há um monte de e-mails para responder e mais outro tanto de comentários sem a devida resposta. Peço paciência a todos, pois, como alguns devem ter percebido, estive ausente da blogosfera nos últimos 10 dias.
Tudo de bom e até muito breve.
Com certeza – Planta e Raiz