O amor começa com você
Amar alguém profundamente requer muita coragem. A coragem de amar e de partilhar momentos é a coragem de se desnudar não só fisica mas emocionalmente.
Quando duas pessoas estão nuas, pele contra pele, vivenciam uma intimidade e uma vulnerabilidade únicas. Quando os dois têm coragem de se desnudar emocionalmente, tocando a alma um do outro, tiram as roupas, despem-se juntos em todos os sentidos.
Não há maior equívoco do que imaginar que o amor é uma força exterior que se abate magicamente sobre nós e nos enche de paixão e ardor.
No início, quando a gente se apaixona, tem de fato essa impressão. O coração se abre repentinamente para alguém que derrama nele toda espécie de emoções deliciosas… Por um tempo, o relacionamento se alimenta desse “barato” inicial.
Com o tempo, porém, o amor perde essa força e você fica esperando que a pessoa amada faça alguma coisa para que os dois se unam mais e mais. Esperar que ele a preencha com muito amor é um erro. Você precisa aprender a se apaixonar por ele uma vez após a outra, sem cessar.
O amor sempre começa com você. É uma escolha que faz, a cada momento, de olhar para aquilo que é digno de amor nele. Quando fica esperando que ele diga algo para reacender a chama do amor, está apenas preparando o terreno para desapontamentos. Não cabe a ele ser digno de carinho. Cabe a você ser carinhosa com ele – conhecer seus desejos e tentar satisfazê-los, dar-lhe atenção, afeto e admiração e deixar que ele perceba, por meio de atitudes, de consideração e de palavras, que o valoriza.
Esse tipo de desapego exige muitos momentos de “nudez”, nos quais você deixa seu ego para trás e se move em direção ao universo, à mente e ao coração de seu homem. Você o sente por inteiro, de dentro para fora, e pergunta a si mesma de que ele precisa. Chamo essa prática de opção pelo amor. Como qualquer outra coisa, o amor precisa de equilíbrio. Você tem de preencher suas necessidades e certificar-se de que uma paixão nunca vai comprometer sua integridade.
Quando os dois param de esperar pela iniciativa um do outro, quando decidem tomar a dianteira, o relacionamento flui e cresce. É assim que deveria ser a dança do amor.
(do livro Real Moments For Lovers, Barbara de Angelis)
When you say nothing at all – Alison Kraus
Amem-se um ao outro, mas não façam do amor uma prisão.
Para celebrar o envelhecer, Regina Brett, que completou 90 anos e mora em Cleaveland, Ohio, uma vez escreveu 45 lições que a vida ensinou para ela. É a coluna mais requisitada que ela já escreveu. Ei-la:
O “Dia do Amigo” foi ontem, dia 20 de julho, mas como para mim todo dia é dia de celebrar a amizade e agradecer pelos amigos que temos na vida, trago para todos um poema que amo, do Fernando Pessoa. Ei-lo:
Num ato de bondade, a polícia levou a cadela para um abrigo próximo, o Nuneaton Warwickshire Wildlife Sanctuary, dirigido por um homem chamado Geoff Grewcock. Lugar este conhecido como um paraíso para animais abandonados, orfãos ou com outra necessidade. Geoff e a equipe do Santuário trabalharam com dois objetivos: restaurar a completa saúde do animal e ganhar sua confiança. Levou várias semanas, mas finalmente os dois objetivos foram alcançados.
Jasmine, a tímida, maltratada, pária abandonada, tornou-se a mãe substituta dos animais do Santuário, um papel para o qual ela nasceu. A lista de jovens animais dos quais ela cuidou inclui cinco filhotes de raposa, quatro filhotes de texugo, quinze galinhas, oito porcos da Guiné, dois cachorrinhos, quinze coelhos e um cervo montês. O pequeno Bramble, com 11 semanas de idade, foi encontrado semi-consciente em um campo. Na chegada ao Santuário, Jasmine aconchegou-se a ele para mantê-lo aquecido e assumiu inteiramente o papel de mãe substituta. Jasmine cumula Bramble de afeição e não deixa que nada lhe falte.
E eis que chega, outra vez, o Dia dos Namorados. Haverá muitas flores, perfumes, presentes, jantares à luz de velas, abraços, expectativas.










