Aonde você quer chegar?

Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir. Sêneca
No livro “Alice no País das Maravilhas”, a certa altura, Alice pergunta ao gato que caminho deve tomar dali em diante. O gato diz: “Depende do lugar aonde você quer chegar”. Quando Alice responder que pode ser qualquer lugar, o gato retruca: “Então não importa que caminho você vai tomar”.
Se você tem clareza de sua missão, de sua direção, se tem convicção disso e vive essa sua verdade, você não terá dúvidas sobre qual caminho seguir, pois qualquer que seja seu caminho você conseguirá perceber os pontes que ele o aproxima ou o afasta de seu destino. Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve, porque, no final das contas, você não está indo para lugar nenhum.
Procure visualizar seu caminho e seu destino. Ter uma visão sobre como você quer que a sua vida seja é fazer um convite para o gestor de sua vida, é chama-lo a embarcar com você rumo ao destino que você quer alcançar.
Uma vez visualizados sua missão e seu caminho, você poderá fazer esse convite a todos aqueles que você acredita que possam contribuir para a realização de sua missão.
Mas, para isso, é preciso primeiro que você tenha claro esse percurso em sua mente. Qual é sua visão de futuro? Aonde você quer chegar?
Quando parar para refletir sobre isso, seja exigente consigo mesmo, não tenha medo de ambicionar algo grandioso. Ouse tentar ver o que é invisível! Ver além é ser capaz de enxergar mais do que seus olhos são capazes de reconhecer como possível. Sempre que tem clareza de sua missão, você consegue visualizar-se realizando seus sonhos, mesmo que ainda não os tenha alcançado concretamente. É como se você já estivesse lá.
Excerto do Livro “O que realmente importa?”, de Anderson Cavalcante.
Reach – Gloria Estefan




Sempre senti a necessidade de viver o momento presente. O passado já passou. Dele tiro as lições e sigo em frente. O futuro a Deus pertence; não adianta ficar me preocupando com ele. Faço planos, mas deixo uma boa margem para o improviso, pois a vida nem sempre acontece da maneira como planejamos. Talvez por isso eu viva tão intensamente o hoje, o agora, cada instante. E a respeito disso, essa semana, no livro “Só o amor é real”, de Brian Weiss, li isto:
Certa vez fiz a regressão de um sul-americano que se lembrou de uma existência cheia de culpa, por ter participado da equipe que ajudou a desenvolver a bomba atômica que destruiu Hiroshima e pôs fim à Segunda Guerra Mundial.
Mudando de assunto:
Aqui no 






