Categoria: Dinheiro

Sep292010

Qual a sua escolha: viver ou juntar dinheiro?

O texto a seguir não é muito recente… É a transcriçãoo de uma coluna do Max Gehringer, na rádio CBN. Talvez alguns de vocês já tenham lido ou ouvido, mas certamentes outros ainda não. Por isso compartilho aqui no Simples.

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.

Lá vai:

Abre Aspas…

Prezado Max, meu nome é Sérgio. Tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas me diziam pra eu escutar os mais velhos que eram mais sábios agora eles dizem pra eu escutar os mais jovens porque eles são são mais inteligentes.

Na semana passada li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisas. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. E descobri pra minha surpresa que hoje poderia estar milionário. Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei, e principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 1 milhão de reais na conta bancária. É claro que eu não tenho esse dinheiro! Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

Fecha Aspas…

* * *

Isso me faz lembrar deste post: Saiba onde você está indo na vida. Você pode já estar lá.

Para mim, particularmente, o dinheiro é meio, não fim.

E vocês? Reflitam… Pensem o que realmente querem para suas vidas.

Sep172009

Cara-de-pau é isso!

devedorA carta a seguir foi enviada por um cliente devedor a uma das várias empresas credoras.

“Prezados Senhores, esta é a terceira carta de cobrança que recebo de Vossas Senhorias.

Sei que não estou em dia com os meus pagamentos. Mas acontece que eu estou devendo também a outras lojas e todas esperam que eu pague a elas. Contudo, os meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês. As outras ficam para o mês seguinte. Não sou injusto, do tipo que prefere pagar a uma ou a outra empresa em detrimento das demais. Não!

Todos os meses quando recebo o meu ordenado, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que dobro e coloco dentro de uma caixinha.

Depois, olhando para outro lado, retiro dois papéis, que são os dois “Sortudos” que irão receber o meu rico dinheirinho.

Os outros? Paciência. Ficam para o mês seguinte.

Afirmo aos Senhores, com toda a certeza, que a vossa empresa está presente todos os meses em minha caixinha. Se não paguei ainda, é porque os Senhores estão com pouca sorte.

Finalmente, faço uma advertência a vocês:

Se os Senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome da vossa Empresa dos meus sorteios mensais.

Cordialmente.”

*****

É cada figura sem noção que tem por aí… Morro de rir. Não da situação, claro, mas da criatividade, da presença de espírito de certas pessoas.

Mas na boa, muitas pessoas gastam com coisas supérfluas sem poder cumprir com suas obrigações depois. E isso eu acho uma tremenda falta de educação financeira. “Ah, Cirilo, mas eu ganho pouco…” Então compre menos, gaste de acordo com suas possibilidades. Falar é fácil? Nada disso. Você pensa que alguém por ser rico tem tudo facilmente e por isso pode sair por aí gastanto a torto e a direito? Não! Porque eu conheço quem ganha 50 mil por mês e vive “apertado”. A questão não é o quanto se ganha, e sim o quanto se gasta.

Conselho de amigo: organize-se, gaste de acordo com suas possibilidades e seja mais feliz, porque viver sem dever nada a ninguém dá um boom na sua qualidade de vida. Fica a dica. ;)

Bruce Springsteen – Waitin’ on a sunny day

Jan302009

Licitação à moda brasileira

corruptos3

Recebi por e-mail uma “piada engraçada”. Ou seria o retrato de uma realidade absurda, mas comum no cenário político brasileiro?

Bem, como hoje é sexta-feira, relaxemos (o difícil é gozar) com essa “piada” sobre licitação à moda brasileira, ou melhor, “o jeitinho brasileiro” de sempre levar vantagem em tudo na vida não importando os meios para a consecução desse fim.

O prefeito de uma cidade queria construir uma ponte.

Chamou três empreiteiros – um japonês, um americano e um brasileiro – para ouvir ele mesmo as propostas.

- Faço por US$ 3 milhões – disse o japonês:
- Um pela mão-de-obra.
- Um pelo material.
- E um para meu lucro.

- Faço por US$ 6 milhões – propôs o americano:
- Dois pela mão-de-obra.
- Dois pelo material.
- E dois para mim… mas o serviço é de primeira!

- Faço por US$ 9 milhões – disse o brasileiro.
- Nove paus? – espantou-se o prefeito. É muito dinheiro! Por que tanto?
- Três para mim.
- Três para você.
- E três para o japonês fazer a obra.

- Negócio fechado! – respondeu o prefeito.

A corrupção é mesmo um mal cada vez mais comum nos dias de hoje. Infelizmente as pessoas estão se acostumando com ela.

E você (você mesmo!), é honesto ou quer na verdade “uma fatia do bolo”?

Emerson Nogueira – Show me the way

Oct292008

Entenda como funciona o mercado de ações

Certa vez, em um pequeno e bem distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos burros na região, os aldeões iniciaram a caçada. O homem comprou centenas de burros a R$10,00, e como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro. Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram se tornando escassos e os aldeões desistiram da busca. A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00! Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.

Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões: – “Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece e ganham uma boa bolada”.

Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do assistente. Os dias se passaram e eles nunca mais viram nem o homem, nem o seu assistente, somente burros por todos os lados.

Entendeu agora como funciona o mercado de ações?

a.d.

Enquanto isso na sala de justiça…
Já resolveu a questão de simples lógica do post anterior?

Samurai Theme – FatBoy Slim

Oct232008

Ei, você aí, me dá um dinheiro aí.

“Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas. Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.”

*texto escrito pelo Neto e publicado originalmente no Update or Die.

Parece-me com aquela velha história de que quando não se quer, qualquer desculpa serve.
Só falta dinheiro para o que não se tem interesse.

Hanging in the balance – Transatlantic

Nov162002

Dinheiro traz felicidade?

Alguém viu o globo repórter de ontem, 15/11/2002? Foi tratado o tema “felicidade”.
Será que dinheiro traz felicidade? Será que vale a pena buscar tanto o dinheiro para ser feliz?
E os valores? Será que os valores não estão sendo invertidos?
Existe uma felicidade plena ou apenas existiriam momentos felizes?
Será que viver feliz não seria fazer a opção de ser feliz dentro de nós mesmos?
E então? o que acham?