Jun22009

O crime é exatamente o mesmo

aborto- Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

Então o médico perguntou:

- Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?

A mulher, já esperançosa, respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.

O médico pensou um pouco e depois do seu silêncio disse para a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. E então ele completou:

- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.

A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é crime!

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há a menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.

O crime é exatamente o mesmo…

Uma campanha do “Movimento Nacional em Defesa da Vida”.
Brasil sem aborto.

***

Eu sou terminantemente contra o aborto! Fato! Fora das hipóteses legalmente previstas, para mim não há como se falar em matar uma vida, seja ela extra ou intra-uterina. Mas além de ser crime na lei dos homens, o aborto é um crime ainda maior na lei de Deus. Para mim que sou espírita e sei que nada acontece por acaso e que para toda ação há uma reação, não há como cogitar em realizar um aborto; não mesmo. “Ah, Cirilo, mas…” Mas nada! Nem comece! Esta regra não comporta exceções, fora das duas previstas legalmente, quais sejam quando há risco grave de morte para a gestante ou quando a gravidez advém de estupro, fato alheio à vontade dela. E o texto acima explicita com maestria isso. Não há diferença em matar uma criança viva ou outra ainda por nascer. O crime é exatamente o mesmo.

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